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Breves Notas: Lua-Cheia 3 Julho 23



Breves notas: Lunação de 3 de Julho às 11h38 GMT em Lisboa


Em cada Lua-Cheia temos a oportunidade de ampliarmos a nossa consciência da vida pela integração dos opostos, as atitudes unilaterais sempre provocarão desequilíbrios e confrontos.


Aspetos mais exatos e marcantes nesta Lua Cheia:

Nesta lunação o Sol em Caranguejo está em semiquadratura a Marte em Leão e a Lua em Capricórnio em sesquiquadratura a Marte. Estes aspetos com base no nº 8 indicam tensões entre o desejo leonino de fazer as coisas à sua maneira e necessidade de transformar e abanar o status quo representado pelo eixo de Câncer/Capricórnio. Os aspetos de violência emocional representados pelas quadraturas de Úrano (rebeldia) à conjunção de Marte e Vénus em Leão foram constelados neste ciclo, pelos episódios com o grupo Wagner na Rússia e mais recentemente pelos distúrbios em várias zonas de França. Agora que chegámos ao culminar deste ciclo, as energias desencadeadas terão tendência a amainar, e nas duas próximas semanas deveríamos tirar as ilações e as lições deste período conturbado pela compreensão do sentido e do significado inerente a todo este tipo de movimentos que circulam no inconsciente coletivo e, para isso, temos a ajuda do trígono e do sextil que esta lunação faz com o planeta Júpiter em Touro.

Touro fala-nos da questão dos valores pessoais e da qualidade de vida, e numa sociedade que não promova o sentido ético, o desenvolvimento pessoal, e o bem-estar das pessoas, teremos sempre que nos confrontar com os desequilíbrios daí provenientes.


Por último, um aspeto subtil, o séptil entre Sol e Úrano a remeter-nos para a questão, de como conciliar a liberdade, o indivíduo e a sociedade/comunidade nos dias de hoje com toda a tecnologia e instrumentalização dos meios de comunicação.


Em relação a Portugal, com ascendente Virgem e Neptuno no descendente cabe-nos neste período aprender com a análise e a experiência, avaliadores e observadores ativos daquilo que acontece no mundo, desenvolvemos o sentido da tolerância e a capacidade de fazer as respetivas pontes entre as partes e o todo, de modo a irmos cumprindo o nosso papel universalista na história.


L. Resina Lx, 3-7-23 www.luisresina.com




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